A Câmara de Viseu está disponível para ajudar a Beiragel a regressar à laboração.
A garantia foi deixada pelo vice-presidente Joaquim Seixas depois de a empresa ter sido atingida por um incêndio que destruiu na passada quarta-feira o seu principal edifício na zona industrial de Oliveira de Barreiro.
Joaquim Seixas garante que a saúde pública não está em causa, mas reassegura que a Câmara irá tomar, em associação com os proprietários da empresa, as “melhores soluções” para a resolução dos problemas levantados.

Recorde-se que a fábrica de produtos congelados sediada na freguesia de S. João de Lourosa ficou reduzida a escombros, com o pavilhão central, onde estão concentrados os escritórios e a área fabril e onde são transformados os produtos comercializados, totalmente destruído. A empresa também tem no seu complexo um outro pavilhão que serve como armazém e que não ficou danificado.
As causas do incêndio ainda estão a ser apuradas, sendo que a Polícia Judiciária já está a investigar o caso.

Empresa quer laborar rapidamente

Na empresa trabalham cerca de 90 funcionários, sendo que nenhum deles estava dentro das instalações na hora em que o incêndio deflagrou. Fonte ligada à Beiragel afirmou ao Jornal do Centro que grande parte dos trabalhadores não pôde colaborar com os bombeiros devido à gravidade da situação.
Já o proprietário não conseguiu esconder a dor perante o cenário de destruição na unidade, tendo entrado em estado de choque e depois retirado do local numa ambulância.
A administração da empresa, em comunicado, anunciou que pretende retomar a sua atividade “no mais curto espaço de tempo”.