Se durante o jogo com o Portimonense José Peseiro já tinha trocado várias ideias com alguns jogadores – gritando para dentro de campo na direção de André Pinto (ora pedindo que subisse, ora que descesse no terreno) e de Battaglia (que pela reação não parecia entender as intenções do treinador) -, quando soou o apito final foi o primeiro a dirigir-se a Acuña.

Falou com o argentino, que lhe respondeu antes de se virar noutra direção. O técnico voltou a insistir na troca de palavras com o extremo (ontem novamente utilizado a lateral-esquerdo), acabando por lhe dar um beijo antes de este deixar o terreno de jogo.