A comunicação social italiana deu eco à indignação de operários da Fiat em relação à eventual contratação de Cristiano Ronaldo. “É uma vergonha. Há dez anos que os operários da Fiat não têm aumentos no salário-base e, além disso, há problemas nas fábricas; em Pomigliano, por exemplo, só trabalhamos 11 ou 12 dias por mês. Com o que vão gastar em Ronaldo, podiam aumentar cada trabalhador em 200 euros”, declarou o trabalhador Gerardo Giannone à agência DIRE. A marca de automóveis, recorde-se, pertence aos donos da Juve, com o grupo FCA a poder desempenhar um papel fulcral na contratação do astro português, em termos financeiros.