Tomané perspetivou na manhã de quarta-feira o jogo do próximo domingo, em casa, com o Benfica. O ponta de lança português, de 26 anos, admite que o adversário do Tondela possa não estar num momento tão favorável, mas trata-se de um jogo difícil com uma equipa grande.

Um candidato ao título que vai certamente trazer dificuldades ao Estádio João Cardoso. «Não é por o Benfica estar num momento menos bom que vai ser mais fácil. É um jogo dificílimo que vamos encarar para ganhar», referiu em conferência de imprensa.

Depois da primeira vitória fora do Tondela na última jornada, frente ao Feirense, provavelmente este será também o melhor momento da equipa, algo que para Tomané não significa qualquer tipo de vantagem.

«Não sei se é melhor para nós ou não porque os jogadores do Benfica vão estar mais alerta. Têm muita qualidade e a qualquer momento podem dar uma resposta positiva», avisou.

O melhor marcador da equipa da época passada deseja que este momento positivo se prolongue: «Temos de estar a 100 por cento ou 200 por cento, melhor dizendo, porque não pode falhar nada. Nestes jogos é assim, as coisas têm de nos correr muito bem e se calhar ao Benfica têm de correr mal.»

Atenção redobrada ao jogo do seu adversário frente ao Ajax para a Liga dos Campeões, podendo o desfecho final influenciar o comportamento em campo dos encarnados no próximo domingo.

«O resultado de hoje pode ajudar um bocadinho o Benfica ou não, mas independentemente do resultado sabemos que vai ser um jogo difícil», encarado para ganhar», afiançou.

Tomané regressou aos golos nos dois últimos jogos (Vitória de Setúbal e Feirense), uma injeção de confiança que surge na melhor altura, mas para o avançado isso não é o mais importante.

«Sou um jogador de equipa e se a equipa ganhar como ganhou na semana passada fico contente, mas claro que os golos ajudam a ganhar essa tal confiança», reconheceu.

Para trás está a vitória histórica alcançada na época passada frente ao Benfica em pleno Estádio da Luz.

«Vamos tentar fazer outro resultado que fique na história do Tondela», salientou, desvalorizando a ausência de Jardel e como tal não acreditando que possa ser mais fácil a sua tarefa na procura da baliza contrária.

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