No final do clássico entre Benfica e FC Porto, a 26 de abril de 2015, na Luz, que terminou empatado a zero, a Polícia de Segurança Pública (PSP) terá manipulado a informação sobre a apreensão de material pirotécnico.

No final do jogo, o comissário Rui Costa deu conta de que tinham sido confiscados 150 artigos «às duas claques», quando na realidade terão sido 149 apreendidos à claque do Benfica e 1 à claque do FC Porto.

Segundo novos e-mails divulgados pelo blogue mercadodebenficapolvo e citados pela revista Sábado, o diretor de segurança dos encarnados, Rui Pereira, queixou-se ao CEO dos encarnados, Domingos Soares Oliveira, sobre a situação «insustentável» das claques, informando que a PSP encontrara, no dia anterior «um verdadeiro arsenal» no WC e questiona: «Há quanto tempo dura este esquema?»

Na mesma comunicação, Rui Pereira alerta que teria de haver a ajuda de «pessoal interno» que prejudicava «gravemente a posição e imagem do SL Benfica», deixando outra pergunta: Como pode ter a PSP dividido a «captura dos 150 artefactos entre adeptos SLB e FCP, omitindo à opinião pública que o resultado foi de 149-1!»

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