As colónias de ratos têm vindo a aumentar nos municípios devastados pelos incêndios de 2017, o que obrigou as autarquias a reforçar nas últimas semanas as medidas para combater esses roedores.
Em declarações à agência Lusa, o biólogo Jorge Paiva explicou que multiplicação anormal dos ratos e ratazanas nos territórios atingidos pelos fogos é uma consequência da morte ou fuga dos seus predadores naturais, como cobras, raposas ou aves de rapina.

Um dos concelhos afetados é Arganil, no distrito de Coimbra. Apesar da Câmara Municipal afirmar que a praga de ratos não representa uma ameaça à saúde pública, vai manter-se particularmente alerta para esta situação, de forma a garantir as condições de higiene e saúde pública no concelho, disponibilizando-se para apoiar os munícipes no esclarecimento de quaisquer dúvidas, através do ‘e-mail’ geral@cm-arganil.pt e do telefone 235200150.

No município vizinho de Oliveira do Hospital, a situação é idêntica. Segundo o presidente da Câmara, José Carlos Alexandrino, aumentou a vigilância e a monitorização dos edifícios públicos, tendo sido igualmente redobrados os trabalhos de desratização, através das empresas especializadas que há vários anos asseguram esses serviços ao município. Numa nota enviada à agência Lusa, o gabinete do autarca informa que foram reforçadas as operações de manutenção e inspeção da rede de saneamento e águas pluviais, com apoio de equipas no terreno.

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