Fernando Rocha apresentou esta terça-feira a sua recandidatura à presidência do Portimonense. Com o slogan Por Ti, Portimonense, o dirigente, há doze anos nos alvi-negros, recordou que quando chegou o «clube estava à beira de fechar portas», que subiu a equipa duas vezes à Liga e fundou a SAD, cativando os atuais investidores.
«Valeu a pena trazer estes investidores. Estão a realizar um excelente trabalho. Agradeço ao Theo [Theodoro Fonseca], acionista maioritário, que acreditou em nós. E hoje somos um exemplo a nível nacional», elogiou Fernando Rocha, que nas eleições do próximo dia 19 terá como adversário João Gamboa.
Notando que hoje o Portimonense «é um clube apetecível, fruto do saneamento financeiro», o dirigente revelou o que pretende fazer no próximo triénio.
«Vamos dar continuidade à obra feita, direcionar o clube mais para a cidade, levar mais a sério as modalidades, oferecendo mais condições de trabalho. No futebol de formação, vamos investir em mais um campo sintético. Tenho a certeza de que este ano vamos recuperar o estado do Campo Major David Neto, com o apoio da Câmara Municipal, até porque Portimão é a Capital Europeia do Desporto. Sozinhos não conseguimos…», alegou, com o desejo de aproveitar as «boas relações» com a edil Isilda Gomes para dar largas à ambição:
«Desejamos criar uma pista de tartan no mesmo local e mais uns campos relvados para a prática do futebol. É uma aposta!»
O maior desafio, porém, passa por «criar um departamento médico para apoiar todas as modalidades». E no programa há também espaço para a equipa de veteranos.
«Queremos que seja parte integrante da vida do clube. Vou convidar o Balacó [glória do clube] para fazer parte da estrutura da formação», revelou.