O ‘plano’ da Juventus para financiar a contratação de Cristiano Ronaldo contempla duas soluções principais. Num negócio avaliado em 220 milhões de euros – 100 para pagar a transferência ao Real Madrid e os restantes 120 para o salário, dividido por quatro temporadas -, o heptacampeão italiano tem em mente, segundo o ‘AS’, aumentar os patrocínios e faturar em vendas.
Desta forma, para além do óbvio contributo de Jorge Mendes, a operação teria o apoio do grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA), que pertence à família Agnelli, precisamente a dona da Juventus. A mesma fonte explica que a FCA funcionaria à margem, com um projeto comercial e publicitário formulado com Ronaldo e que permitiria à Juventus aliviar a carga salarial com o capitão da Seleção Nacional.
Por outro lado, a venda de Higuaín perfila-se como a mais natural caso CR7 vá mesmo para Turim. O avançado argentino poderia permitir um encaixe na ordem dos 60 milhões de euros e, ao mesmo, iria desafogar os cofres bianconeros, já que o ponta de lança sul-americano tem o ordenado mais elevado da Serie A (7,5 milhões de euros limpos).