Um hotel que inclua tratamentos de spa e talosoterapia e um campo de golfe vai surgir na Praia de Mira.
Através de decreto-lei publicado ontem no Diário da República, o Governo procede à exclusão e submissão de áreas ao regime florestal, num total de 37 hectares, autorizando a construção do um empreendimento turístico, projeto que a autarquia tem em carteira há cerca de uma década, resultante das contrapartidas pela instalação da unidade de produção da Pescanova, entretanto em processo de falência.
Esta desafetação de terreno florestal, passando para fins turísticos, tem um prazo de quatro anos, pelo que, se o projeto não avançar, o terreno regressa à tutela do Estado.