A investigação da Polícia Judiciária ao fogo no Pinhal de Leiria está em fase de conclusão, um ano depois, mantendo-se a tese de mão criminosa, disse à Lusa fonte ligada ao processo.
Recorde-se que, em janeiro, fonte da PJ referiu que os dois incêndios que, a 15 de Outubro de 2017, devastaram grande parte do Pinhal de Leiria tiveram mão criminosa, não adiantando detalhes sobre o método usado para atear os incêndios que destruíram a grande maioria daquela mancha florestal.
O jornal Expresso afirmava, na altura, que num dos incêndios do pinhal de Leiria foi usado um engenho artesanal para atear o fogo, embora os investigadores não tenham ainda conseguido identificar os autores.
Estes incêndios destruíram mais de 80% do Pinhal do Leiria, naquele que foi considerado o pior dia do ano de 2017 em fogos. Entretanto, o Município da Marinha Grande já plantou cerca de 40 mil árvores naquela Mata Nacional, segundo a presidente da Câmara, Cidália Ferreira, citada pela agência Lusa.