Segunda-feira, 21 de maio de 2018, o dia mais esperado para se saber da intenção de muitos, talvez mesmo a maioria, dos jogadores do Sporting em avançar para as rescisões unilaterais dos contratos alegando justa causa, na sequência do terramoto que assolou o clube na última semana. Semana negra que lançou autêntico caos no clube, cujas possíveis rescisões dos jogadores agravaria ainda mais. A intenção de alguns futebolistas existe, em Alvalade há preocupação e a maior recai sobre Gelson.

Muito cobiçado no mercado, e até devido a possíveis assédios internos – em Portugal apenas Benfica e FC Porto teriam capacidade de avançar para o extremo de 22 anos, sendo que os dragões avisaram já que não vão aproveitar a crise leonina para investir sobre ativos leoninos -, a administração sportinguista toma medidas para evitar qualquer surpresa que possa desviar o camisola 77 que ainda não vai meter a carta de rescisão.

Os cuidados leoninos existem, ainda que de Alvalade passem a ideia de que não há preocupação. E existe também uma estratégia de defesa para utilizar no caso de algum dos jogadores avançar mesmo para a saída de forma unilateral, alegando, por exemplo, quebra da confiança na entidade patronal para garantir a segurança dos trabalhadores no local de trabalho, ou até mesmo falta de condições psicológicas, na sequência do que aconteceu na tarde da passada terça-feira e que deixou marcar a vários níveis.

Por isso, os comunicados dos leões, relativos à segurança na Academia de Alcochete e em Alvalade – na chegada do jogo na Madeira, com o Marítimo, também houve incidentes entre elementos das claques e os jogadores na garagem do estádio – e sobre a retirada de apoio à Juventude Leonina.As medidas anunciadas servirão para mostrar todo o empenho do clube em garantir todas as condições aos futebolistas.