Fernando Pimenta rumou ao ninho desportivo que adotou na época passada: o Estádio da Luz. Visitou a casa do Benfica e arriscou segurar numa das águias… Sem nunca abandonar a bagagem, leia-se um pequeno saco de cartão de ourivesaria, onde carregava 12 dos seus bens mais preciosos de 2018. As medalhas arrecadadas nas provas internacionais, entre elas o ouro inédito nos K1 1000 metros conquistado nos Mundiais de velocidade de Montemor-o-Velho.

«Essa já me andava a faltar em Mundiais», reforçou com o orgulho natural de quem vê o esforço glorificado naquelas pequenas peças de metal precioso. Apesar disso, não se deixa deslumbrar. «Estas 12 medalhas já representam o passado. São símbolo do momento mais importante da minha carreira, por estarem ali os dois títulos de campeão mundial [Pimenta ainda defendeu o título em K1 5000] e o ouro de campeão da Europa nos 1000 m. Este último foi um título difícil de alcançar, felizmente consegui vencê-lo pelo terceiro ano consecutivo. Agora é trabalhar para que venham mais», sublinhou o olímpico.