Nas operações estão 81 operacionais, apoiados por 34 veículos.
Em declarações aos jornalistas, o comandante distrital da Proteção Civil, Carlos Alves, esclareceu que estão já a decorrer as operações de resgate na serra de Valongo onde caiu o helicóptero do INEM.
Nesta fase é necessário, como frisou o comandante, “desencarcerar duas das vítimas” para proceder então “à remoção dos cadáveres em segurança”. A maior dificuldade prende-se com a inclinação do terreno, tornando-se por isso imperioso “criar acessos e providenciar formas de estabilizar o solo”.
Trata-se, por isso, de “um processo moroso” em que é necessário acautelar “a segurança dos profissionais envolvidos”, ressalvou.
Já questionado em relação à existência ou não de caixa negra no avião, Carlos Alves revela que desconhece, remetendo essa informação para posterior esclarecimento do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves que está já no terreno a fazer investigação.
O comandante distrital do Porto da Proteção Civil disse desconhecer “qualquer atraso nas comunicações” entre bombeiros e aquela entidade no caso do helicóptero que caiu no sábado.
Recorde-se que a bordo do aparelho seguiam dois pilotos e uma equipa médica, composta por médico e enfermeira. Dois dos corpos estavam no interior da aeronave, enquanto os outros dois estavam no exterior.

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