As previsões apontam para um verão especialmente endinheirado para os lados do FC Porto. Há milhões com fartura para entrar nos cofres da SAD, podendo os dragões superar o recorde nacional de receitas extraordinárias que é, desde 2017, do Benfica.

É verdade que já houve épocas em que os azuis e brancos somaram encaixes gigantescos, proporcionados pelas vendas, por exemplo, de James ao Mónaco (€45M), de Falcao ao Atlético de Madrid (€45M), de Hulk ao Zenit (€60M), de André Silva ao Milan (€40M), de Mangala (39,5) ao Manchester City, de Danilo ao Real Madrid (€31,5M), de Anderson (€31,5M) ao Manchester United, de Pepe ao Real Madrid (€30M) e de Ricardo Carvalho ao Chelsea (€30M), mas todos os sinais apontam para um defeso de características muitíssimo especiais, capaz de projetar o volume de receitas para valores únicos à escala lusa.

Depois de, em março, ter concretizado o negócio com o Real Madrid, que levará Éder Militão até à capital espanhola na próxima época, a troco de 50 milhões de euros, a administração da sociedade desportiva portista, liderada por Pinto da Costa, também já acertou todos os detalhes das vendas de Felipe ao Atlético de Madrid (€20M) e de Marega ao West Ham (€40M).

No dia em que for fechado o exercício financeiro da campanha 2018/2019, os dragões terão, por certo, boas notícias para apresentar aos acionistas, até porque no respetivo relatório e contas constarão todas essas receitas e mais algumas que se perfilam.

Alex Telles, nomeadamente, é outro dos dragões cuja transferência proporcionará uma quantidade astronómica de euros ao FC Porto. Fortemente cobiçado pelos colchoneros, o lateral-esquerdo poderá sair por 35 milhões de euros para o mesmo clube onde vão jogar Felipe e Herrera (o mexicano encontra-se em final de contrato, por este motivo a saída do capitão portista acontecerá a custo zero, à semelhança, aliás, do que sucederá com o internacional argelino Brahimi).

Estão reunidas de forma magnífica as condições para os azuis e brancos fazerem jackpot. Até porque, além dos 145 milhões de euros de créditos a serem obtidos via transferências de Éder Militão, Marega, Felipe e Alex Telles, ainda ontem foi tornada pública a cedência definitiva de José Sá ao Olympiakos (Grécia), que rendeu 2,5 milhões aos portistas.

E com os gregos do PAOK igualmente a ponderar a compra do passe do médio português Sérgio Oliveira, avaliado em 12 milhões de euros, não há, efetivamente, como desconfiar da séria possibilidade de o FC Porto ultrapassar os 135 milhões colecionados pelo Benfica em 2017.

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