Exibições de bom nível no Mundial de 2018 abriram várias portas a André Carrillo. Ficar no Benfica era uma das hipóteses. Porém, o convite de Jorge Jesus para representar o Al-Hilal, aliado aos números oferecidos pelo clube da Arábia Saudita, acabaram por fazer a diferença.

«Quando terminou o Mundial tinha a possibilidade de ficar no Benfica e mais três ou quatro opções na Europa, mas que não me convenceram. Na melhor das hipóteses, iria lutar pela manutenção e, nas equipas grandes, não jogaria com regularidade», explicou o internacional peruano, em declarações ao Fútbol Como Cancha de RPP.

«Optei por uma equipa grande dos Emirados Árabes, onde conhecia o treinador [Jorge Jesus]. A minha intenção era jogar todos os fins de semana», salientou o jogador, de 27 anos, reconhecendo, ao mesmo tempo, que «a parte económica foi um ponto importante.»

«Todos os jogadores pensam nisso e, na Europa, não nos oferecem este tipo de contratos», justificou.

O Al-Hilal, recorde-se, pagou €4 milhões ao Benfica pelo empréstimo de Carrillo. A opção de compra está fixada nos €12 milhões.

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