Carlos Móia, presidente executivo da Fundação Benfica e um dos rostos da organização da Meia-Maratona de Lisboa, cuja 19.ª edição foi ontem apresentada, foi convidado a abordar os recentes desenvolvimentos do processo e-toupeira.

A SAD e o assessor jurídico Paulo Gonçalves, acusados de mais de uma centena de crimes, não mereceram referência, mas Luís Filipe Vieira, presidente dos encarnados, motivou reação de Carlos Móia, que elogia o trabalho de Vieira, mas sublinha a necessidade de apurar a verdade.

«Não sou eu que vou defender ninguém, a amizade é uma coisa… Luís Filipe Vieira tem tido a capacidade de gerir muitíssimo bem o Benfica. Neste momento, do meu ponto de vista, há um purgatório no Benfica, estamos num inferno e temos de passar toda esta situação. Tem de ser clarificada, deve ser clarificada e a justiça está aqui para isso», frisou Carlos Móia