Brahimi é, a par de Herrera, outro dos casos que a SAD do FC Porto não consegue solucionar. O internacional argelino termina contrato em junho de 2019 e, tudo o indica, deve rumar a outras paragens. No último defeso houve várias sondagens para contratar o mágico dos dragões, mas a SAD, que detém apenas metade dos direitos desportivos do atleta – os restantes 50 por cento estão na posse da Doyen Sports -, foi inflexível e recusou vender o argelino abaixo dos 30 milhões de euros. A sua cláusula é dobro, ou seja, 60 milhões.

Houve já tentativas para se chegar a um entendimento para a renovação do contrato, mas nada passou para o papel. Sendo um atleta livre, Brahimi pode escolher à vontade o seu futuro, ele que nunca escondeu o sonho de jogar na Premier League. O FC Porto, mesmo que o jogador saia – o cenário mais provável! – terá de indemnizar a Doyen Sports em 6,5 milhões de euros, o mesmo que pagou ao Granada em 2014, uma forma de compensar o fundo pelo investimento feito pelo jogador quando rumou ao Dragão…