O facto de Artur Torres Pereira, Sousa Cintra e outros elementos dos órgãos sociais cessantes do Sporting terem estado na tribuna presidencial do Estádio da Luz, no dérbi com o Benfica, mereceu críticas por parte de diversos quadrantes leoninos.

O agora ex-presidente da Comissão de Gestão dos leões explica, em entrevista no jornal A Bola, que o clube se limitou a exercer um direito previsto nos regulamentos.

«A rivalidade é dentro das quatro linhas. Fora das quatro linhas tem de haver respeito institucional e um trabalho em nome de uma indústria do futebol sã, límpida, transparente, que gere receitas suficientes para que os clubes portugueses possam nela sobreviver de cabeça levantada na Europa. Quando fomos ao Estádio da Luz, não acedemos a nenhum convite do Benfica nem fizemos qualquer favor; não nos rebaixámos por ir ao Estádio da Luz. Fomos ao Estádio da Luz por força dos regulamentos que disponibilizam oito lugares à equipa visitada. Houve apenas um direito decorrente da Liga de Clubes que nós exercemos», sublinha.