As ligas profissionais portuguesas começam dentro de 10 dias mas não parece ter fim o braço de ferro entre árbitros e Liga. Os representantes da arbitragem exigem a Pedro Proença um aumento de 10 por cento nos variados valores a que têm direito pela sua função, até porque os mesmos não sofrem qualquer alteração há já oito anos, e têm esbarrado na intransigência do presidente da Liga, que alega problemas financeiros para não ir além de um aumento de 6 por cento e apenas no que respeita a prémios de jogo.

Outro motivo de descontentamento passa pelo facto de a Liga ter incluído no Regulamento de Competições a obrigatoriedade de as receitas resultantes da publicidade nas mangas das camisolas dos árbitros reverterem, a partir desta época, a seu favor. Por agora, está fora de hipótese avançar para uma greve.