De acordo com a previsão meteorológica, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) aconselha a adoção de medidas preventivas.
A informação meteorológica disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê que nas próximas horas se registe “precipitação localmente intensa” nos distritos de Leiria, Lisboa, Setúbal e Santarém a partir das 12h00 horas.
Esta situação, a confirmar-se, “pode dar origem a inundações em locais identificados como historicamente vulneráveis”, alerta a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) em comunicado enviado às redações.
Além disso até às 18h00 desta quinta-feira não são de excluir aguaceiros nos distritos de Portalegre e Castelo Branco, embora com menor intensidade.
Até à madrugada de amanhã, é de esperar “precipitação localmente intensa nas regiões compreendidas entre os distritos de Aveiro e Viseu”.
Já o vento, irá soprar do quadrante Sul com intensidade moderada a forte, no litoral, a partir da tarde, com rajadas da ordem dos 65 Km/h. Nas terras altas, o vento soprará forte (> 45Km/h) com rajadas que podem chegar aos 80 Km/h.
Perante as circunstâncias, a ANPC adverte que poderão ocorrer “cheias rápidas em meio urbano em consequência da acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem”. Simultaneamente, o piso rodoviário poderá ficar escorregadio, podendo ocorrer eventual formação de lençóis de água.
A ANPC recomenda, neste sentido, à população a adoção de medidas cautelares de prevenção, nomeadamente que seja garantida “a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirados objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas”.
Se for conduzir neste período, recomenda-se a adoção de uma “uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias”.
Tenha especial precaução “na circulação e permanência junto de áreas arborizadas”, devido à possibilidade de ocorrência de vento forte.
Deve evitar-se também a circulação e a permanência junto à orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis.