O parlamento aprovou, esta sexta-feira, em votação final global, a proposta de orçamento suplementar, que se destina a responder às consequências económicas e sociais provocadas pela pandemia de covid-19.

De acordo com o primeiro-ministro, António Costa, este documento reforça as condições de apoio ao emprego, cria melhores condições para a capitalização das empresas:

António Costa reforça a ideia de que este não é um momento para a austeridade:

Agora que o Orçamento Suplementar está aprovado, o primeiro-ministro quer abrir o diálogo para aprovação do Orçamento de Estado para 2021:

O documento foi viabilizado com votos favoráveis do Partido Socialista e abstenção do Partido Social Democrata, BE e PAN.

O Partido Comunista Português e os Verdes votaram contra a proposta, juntando-se ao CDS-PP, Chega e Iniciativa Liberal, depois de terem optado pela abstenção na generalidade.

A deputada não inscrita Cristina Rodrigues (ex-PAN) absteve-se e Joacine Katar Moreira (ex-Livre) estava ausente no momento da votação, por ter entrado em quarentena voluntária depois de contactar com um infetado com Covid-19.

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