O primeiro-ministro disse, hoje, que o futuro programa de reestruturação da TAP terá de ser negociado com a Comissão Europeia, mas avisou que terá seguramente consequências no número de voos e no emprego da companhia área:

As consequências na TAP já são visíveis. De acordo com o presidente do Conselho de Administração, Miguel Frasquilho, em entrevista à Antena 1, os despedimentos na TAP não são inevitáveis e mais de mil pessoas perderam o seu emprego:

Entretanto, o Presidente do Partido Social Democrata, Rui Rio, afirma que é urgente saber qual é o plano de negócio e de reestruturação para uma companhia que considera que deve ser nacional.

 

Ainda sem data definida, o Governo anunciou que a primeira tranche do empréstimo à TAP vai ser de 250 milhões de euros.

Recorde-se que o Governo anunciou ontem que a TAP já não vai ser nacionalizada e passa a ser detida maioritariamente pelo Estado, depois da compra da participação de David Neelman na empresa, por 55 milhões de euros.

Assim, a partir de agora, o Estado detém 72,5% da transportadora. Os restantes 22,5% são assumidos pelo acionista português Humberto Pedrosa e 5% pelos trabalhadores da companhia.

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