A coordenadora do Bloco de Esquerda anunciou que o subsídio de doença às pessoas infetadas com covid-19 vai ser pago a 100 por cento, na sequência de um acordo com o governo em sede de orçamento suplementar.

Catarina Martins lembrou que, atualmente, o isolamento profilático, quando as pessoas estão a aguardar a confirmação se estão doentes ou não, é pago a 100 por cento, mas a baixa médica não o é.

O anúncio foi feito junto ao Hospital de Viana do Castelo, durante um protesto dos técnicos de radiologia do Serviço de Imagiologia da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) contra a não internalização naquela instituição.  

Em situação de `outsourcing´, aqueles profissionais queixam-se de trabalhar em regime precário desde 2004 e de estarem a receber “muito menos” do que outros colegas do quadro que fazem “exatamente o mesmo” que eles.

Segundo adiantaram, as diferenças salariais podem ir até aos 500 euros.

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