A análise mais recente da Organização Mundial do Trabalho (OIT), sobre o impacto no mercado de trabalho provocado pela Covid-19, indica que um em cada seis jovens parou de trabalhar desde o início da pandemia, enquanto os que permanecem empregados viram as horas de trabalho reduzidas em 23%.

Fixada nos 13,6%, a taxa de desemprego jovem em 2019 já era mais alta que a de qualquer outro grupo. Havia cerca de 267 milhões de jovens sem emprego, educação ou formação em todo o mundo. As pessoas entre os 15 a 24 anos que estavam empregadas também tinham maior probabilidade de estarem em formas de trabalho que as deixavam vulneráveis, como ocupações mal remuneradas, trabalho no setor informal ou como trabalhadores migrantes.

A 4ª edição do Monitor também analisa medidas para criar um ambiente seguro para o regresso ao trabalho. Nos países com mais testes e rastreio, a queda média no horário de trabalho é reduzida em até 50%. E há três razões para isso: reduz-se a dependência de medidas estritas de confinamento; promove-se a confiança das pessoas, incentivando o consumo e apoiando o emprego; e ajuda-se a minimizar as interrupções operacionais nos locais de trabalho.

Além disso, os testes e os rastreio podem criar novos empregos, mesmo que temporários, que possam ser direcionados a jovens e outros grupos prioritários.

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