A carga fiscal aumentou 4% em termos nominais, em 2019, atingindo 74 mil milhões de euros. Ainda assim, manteve-se nos 34,8% do PIB, segundo dados divulgados pelo INE, o que corresponde a uma carga fiscal inferior à média da União Europeia.

As contribuições sociais constituíram a componente que mais contribuiu para o aumento da receita nominal. No que toca à receita com impostos indiretos, esta aumentou 3,8%. Os diretos cresceram apenas 0,9%.

Relativamente aos impostos diretos, a receita do imposto sobre o rendimento de pessoas singulares (IRS) cresceu 2%, enquanto a receita do imposto sobre o rendimento de pessoas coletivas (IRC) diminuiu 2,9%.

Por outro lado, a receita com o imposto sobre o valor acrescentado aumentou 5,4%, destacando-se, entre os restantes impostos indiretos, o aumento na receita com o imposto de selo.

Registaram-se ainda crescimentos mais moderados nas receitas com o imposto municipal sobre as transmissões onerosas de imóveis com o imposto sobre produtos petrolíferos e energéticos e com o imposto municipal sobre imóveis. A receita com o imposto sobre o tabaco e sobre veículos diminuiu.

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