O Governo decidiu manter a suspensão das aulas presenciais durante o terceiro período.
As aulas arrancam no dia 14 de abril com ensino à distância. O ano letivo poderá estender-se até 26 de junho.
A decisão foi anunciada, esta tarde, depois do primeiro-ministro,  António Costa ouvir durante dois dias especialistas, representantes da comunidade escolar, partidos, sindicatos e os órgãos consultivos do Ministério da Educação.

No ensino básico, a avaliação será feita pelos professores, sem provas de aferição e exames do 9.º ano.

O regime especial de apoio às famílias com filhos menores de 12 anos será mantido.

Já o ensino secundário fica em stand-by:

O calendário de exames é adiado, com a atividade letiva a poder estender-se até ao dia 26 de junho, a 1.ª fase de exames a decorrer de 6 a 23 de julho e a 2.ª fase de 1 a 7 de setembro.

Os alunos do 10.º ano vão permanecer em regime de ensino à distância

Qualquer pessoa que entre nas escolas terá de usar obrigatoriamente máscara, que será disponibilizada pelo ministério da Educação.

Sobre os jardins-escolas, o primeiro-ministro frisou que as atividades só podem ser retomadas “quando forem revistas as atuais regras de distanciamento”.

O primeiro-ministro realçou que o ano letivo não acabou e a avaliação vai existir:

O primeiro-ministro anunciou que todos os alunos do ensino básico vão concluir o período em ensino à distância, devendo as atividades letivas iniciar-se a partir de 14 de abril, mas sem exames ou provas de aferição no final do período, devido à pandemia.

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