A Associação Internacional de Transportes Aéreos estima que a pandemia de covid-19 possa colocar 25 milhões de empregos em risco, sobretudo na Ásia e na Europa, segundo um comunicado divulgado na terça-feira.

Segundo a Associação, a queda a pique da procura por viagens aéreas poderá afetar a vida de cerca de 65,5 milhões de pessoas, que dependem da indústria da aviação, incluindo 2,7 milhões de empregos nas companhias aéreas.

A Associação Internacional de Transportes Aéreos estima que a região mais afetada seja a Ásia/Pacífico, com 11,2 milhões de empregos em risco, seguida da Europa, com 5,6 milhões de empregos, da América Latina (2,9 milhões), América do Norte (dois milhões), África (dois milhões) e Médio Oriente (900 mil empregos).

No mesmo cenário de três meses de paragem, estima-se que as receitas anuais das companhias aéreas registem um decréscimo de 252 mil milhões de dólares.

No segundo trimestre, de acordo com a associação, a procura caiu 70%, originando perdas de 61 mil milhões de dólares (56 mil milhões de euros).

A Associação Internacional de Transportes Aéreos apela aos governos por “ajuda financeira imediata”, incluindo “apoio financeiro direto”, “empréstimos, garantias e apoio” no lançamento de instrumentos como obrigações e um “alívio fiscal”.

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