O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, divulgou, esta sexta-feira, uma nota a confirmar a demissão do secretário da Cultura, Roberto Alvim. Na mesma nota, repudia “ideologias totalitárias e genocidas, bem como qualquer tipo de ilação às mesmas”.

Este comunicado do chefe de estado brasileiro surge como resposta a Roberto Alvim. O ex-secretário recorreu a um vídeo para parafrasear uma frase do ministro da propaganda nazi Joseph Goebbels sobre o Prémio Nacional das Artes, divulgado na noite de quinta-feira.

“A arte brasileira da próxima década será heróica e será nacional, será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional, e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes do nosso povo ou então não será nada”, disse Alvim no vídeo.

Ao que Bolsonaro responde: “Emular a visão do ministro da Propaganda nazi, de Hitler, Joseph Goebbels, é um sinal assustador da sua visão de cultura, que deve ser combatida e contida. Goebbels foi um dos principais líderes do regime nazi, que empregou a propaganda e a cultura para deturpar corações e mentes dos alemães e dos aliados nazis, a ponto de cometerem o Holocausto”.

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