A Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, em parceria com diversas entidades, entre as quais a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e o Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade, da Universidade de Coimbra, apresentou, esta sexta-feira, em conferência de imprensa, o projeto “Indu Forest Fire”.

Segundo o presidente da CIM, José Carlos Alexandrino, trata-se de um projeto de investigação inovador que pretende criar diretrizes para a construção de zonas industriais, tendo em vista a mitigação do risco de incêndio florestal, através da combinação das componentes do sistema de construção e da área envolvente:


O projeto “Indu Forest Fire” tem uma duração de três anos:


João Paulo Rodrigues, do ITeCons, fala sobre os objetivos do projeto, que pode ser alargado a outras zonas do país:


Jorge Brito, secretário executivo da CIM-RC, salienta a cooperação entre as várias entidades envolvidas:


Projeto “Indu Forest Fire”, que pretende criar diretrizes para a construção de zonas industriais, tendo em vista a mitigação do risco de incêndio florestal, foi apresentado, esta sexta-feira, na Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra. Entretanto, à margem desta conferência de imprensa, a repórter Susana Brás ouviu José Carlos Alexandrino sobre a situação que se vive no IP3, onde se mantém cortada a circulação, no sentido Coimbra-Viseu, na zona de Penacova:


Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra aguarda reunião com ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, para tomar posição oficial sobre o IP3.

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